{"id":2277,"date":"2017-09-15T13:54:38","date_gmt":"2017-09-15T16:54:38","guid":{"rendered":"http:\/\/intranet.tc.df.gov.br\/trilhas\/?p=2277"},"modified":"2018-08-22T16:00:02","modified_gmt":"2018-08-22T19:00:02","slug":"auditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/auditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica\/","title":{"rendered":"Auditoria de Qualidade de Obras de Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;][vc_custom_heading text=&#8221;OBJETIVO&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23607d8b&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ao final da trilha os participantes dever\u00e3o adquirir conhecimentos acerca da pavimenta\u00e7\u00e3o de vias, da avalia\u00e7\u00e3o de qualidade das obras de pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica e dos ensaios de laborat\u00f3rio aplic\u00e1veis aos pavimentos asf\u00e1lticos realizados no Laborat\u00f3rio de Controle Externo de Obras P\u00fablicas do Tribunal de Contas do Distrito Federal \u2013 LabTCDF, em conson\u00e2ncia com os interesses estrat\u00e9gicos do Tribunal e o desenvolvimento individual dos servidores, nos moldes das diretrizes da Escola de Contas.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;][vc_custom_heading text=&#8221;ESCOPO&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23607d8b&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Esta trilha apresenta a\u00e7\u00f5es de desenvolvimento vinculadas ao tema pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica de vias, aborda a avalia\u00e7\u00e3o de qualidade em obras de pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica, incluindo os ensaios de laborat\u00f3rio realizados no \u00e2mbito do LabTCDF, e contempla, ainda, aspectos relativos \u00e0 responsabiliza\u00e7\u00e3o dos agentes p\u00fablicos e privados por irregularidades na execu\u00e7\u00e3o de obras de pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;][vc_custom_heading text=&#8221;P\u00daBLICO-ALVO&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23607d8b&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O p\u00fablico-alvo priorit\u00e1rio desta trilha s\u00e3o os servidores do TCDF que atuam na auditoria e na fiscaliza\u00e7\u00e3o de obras e servi\u00e7os de engenharia, bem como na an\u00e1lise de processos que tratam deste assunto. Entretanto, convidamos a todos os servidores que tenham interesse pelo tema a conhecer esta trilha e aumentar seus conhecimentos nessa \u00e1rea t\u00e9cnica.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;][vc_custom_heading text=&#8221;COMPET\u00caNCIAS-ALVO&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23607d8b&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text]As principais compet\u00eancias a se desenvolver com essa trilha s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify\">Desenvolver m\u00e9todos, t\u00e9cnicas e procedimentos de fiscaliza\u00e7\u00e3o sobre obras e servi\u00e7os de engenharia com base em estudos atualizados da \u00e1rea.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Levantar informa\u00e7\u00f5es acerca do objeto da auditoria, com base na legisla\u00e7\u00e3o, na jurisprud\u00eancia e na doutrina sobre o tema de obras e engenharia.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Elaborar Matriz de Achados acerca do tema de obras e engenharia com as evid\u00eancias, causas, efeitos, proposi\u00e7\u00f5es e benef\u00edcios esperados pela auditoria, com base em evid\u00eancias relevantes, suficientes e consistentes.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Elaborar Matriz de Responsabiliza\u00e7\u00e3o acerca do tema de obras e engenharia, com imparcialidade e com base em evid\u00eancias relevantes, suficientes e consistentes.<\/li>\n<\/ul>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;ORIENTA\u00c7\u00d5ES&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23607d8b&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Inicie seus estudos seguindo o trilho\u00a0<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/auditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica\/#1505500981416-bdb30430-14ff405b-6ad4\"><b>No\u00e7\u00f5es sobre pavimentos asf\u00e1lticos<\/b>,<\/a> que apresenta os tipos mais comuns de pavimentos encontrados no Brasil. Ap\u00f3s adquirir os conhecimentos b\u00e1sicos sobre os pavimentos e seus materiais constituintes, continue seus estudos navegando no trilho<b>\u00a0<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/auditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica\/#1505500981500-94f2fb20-91f9405b-6ad4\">Os principais procedimentos e normas t\u00e9cnicas aplic\u00e1veis \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o da qualidade dos pavimentos asf\u00e1lticos<\/a><\/b>, que introduz os principais procedimentos e as normas t\u00e9cnicas aplic\u00e1veis \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o de qualidade dos pavimentos. Na sequ\u00eancia, conhe\u00e7a as patologias associadas aos pavimentos asf\u00e1lticos \u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/auditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica\/#1505940379802-81c50970-cedc\"><b>Patologias mais comuns dos pavimentos asf\u00e1lticos e poss\u00edveis causas<\/b><\/a>\u00a0\u2013, onde s\u00e3o identificados os tipos de defeitos e causas mais comuns. Na sequ\u00eancia, o trilho<b>\u00a0<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/auditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica\/#1505940413202-aed43d75-53b1\">Roteiro para a execu\u00e7\u00e3o de auditoria de qualidade em pavimentos asf\u00e1lticos com o aux\u00edlio de t\u00e9cnicas de auditoria e ensaios de laborat\u00f3rio realizados no TCDF<\/a><\/b>\u00a0apresenta o laborat\u00f3rio de solos e asfalto do TCDF e os roteiros para a avalia\u00e7\u00e3o da qualidade de pavimentos asf\u00e1lticos. Por fim, sugiro examinar assunto relevante sobre auditoria de obras p\u00fablicas, apresentado no trilho<b>\u00a0<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/auditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica\/#1505940443936-cd047218-ecea\">Responsabiliza\u00e7\u00f5es pela execu\u00e7\u00e3o irregular das obras p\u00fablicas de pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica<\/a><\/b>, que trata da responsabiliza\u00e7\u00e3o de gestores, fiscais e demais atores pela execu\u00e7\u00e3o irregular das obras de pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;TRILHOS&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23607d8b&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_tta_accordion color=&#8221;peacoc&#8221; active_section=&#8221;0&#8243; collapsible_all=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section title=&#8221;No\u00e7\u00f5es sobre pavimentos asf\u00e1lticos&#8221; tab_id=&#8221;1505500981416-bdb30430-14ff405b-6ad4&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1 &#8211; Sugerimos iniciar os estudos acessando o material contido nos <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/1-Pavimentacao-Conceitos-Basicos-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conceitos B\u00e1sicos<\/a>, que lhe dar\u00e1 uma no\u00e7\u00e3o preliminar acerca dos pavimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2 \u2013 Na sequ\u00eancia examine o material dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/2-Materiais-dos-Pavimentos-Ligantes-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ligantes<\/a>, onde voc\u00ea vai aprender sobre o constituinte mais nobre de uma mistura betuminosa, que s\u00e3o os ligantes ou cimentos asf\u00e1lticos. Neste ponto s\u00e3o apresentados os principais ensaios associados a estes materiais;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3 \u2013 Passe agora para o tema <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/3-Materiais-dos-Pavimentos-Agregados-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agregados<\/a>, que s\u00e3o os materiais s\u00f3lidos usados na pavimenta\u00e7\u00e3o e que respondem aproximadamente por 77% em volume e 94% em peso das misturas asf\u00e1lticas;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">4 \u2013 O pr\u00f3ximo passo consiste em conhecer o material resultante da combina\u00e7\u00e3o controlada do ligante aos agregados, a que chamamos de <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/4-Materiais-dos-Pavimentos-Tipos-de-Misturas-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Misturas Betuminosas<\/a>\u00a0e que s\u00e3o os revestimentos ou a \u00faltima camada dos pavimentos asf\u00e1lticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">5 &#8211; Assista agora aos\u00a0<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/auditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica\/#1505940827981-5bf21029-6d45\">v\u00eddeos<\/a>\u00a0a seguir que ilustram a aplica\u00e7\u00e3o de dois importantes tipos de revestimento asf\u00e1ltico, o Concreto Betuminoso Usinado a Quente e o Tratamento Superficial Duplo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ap\u00f3s esse primeiro contato com o pavimento asf\u00e1ltico, para aprofundar os conhecimentos, sugerimos consultar o livro Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica (Cap\u00edtulos: 02-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-02-Ligantes-Asf\u00e1lticos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ligantes<\/a>; 03-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-03-Agregados.pdf\">Agregados<\/a>; 04-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-04-Tipos-de-Revestimentos.pdf\">Tipos de revestimentos asf\u00e1lticos<\/a>; 05-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-05-Dosagem-dos-Tipos-de-Revestimentos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dosagem de diferentes tipos de revestimentos<\/a>; 07-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-07-Materiais-e-Estruturas-de-Pavimentos-Asf\u00e1lticos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Materiais e estruturas de pavimentos asf\u00e1lticos<\/a>\u00a0e 08-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-08-T\u00e9cnicas-Executivas-de-Revestimentos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">T\u00e9cnicas executivas de revestimentos asf\u00e1lticos<\/a>). As a\u00e7\u00f5es de aprendizagem referentes a este trilho s\u00e3o apresentadas abaixo.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Os principais procedimentos e normas t\u00e9cnicas aplic\u00e1veis \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o da qualidade dos pavimentos asf\u00e1lticos&#8221; tab_id=&#8221;1505500981500-94f2fb20-91f9405b-6ad4&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1 \u2013 Inicialmente, sugerimos estudar o material referente ao <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/6-Controle-de-Qualidade-das-Camadas-Asfalticas-UnB-1.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Controle de Qualidade das Camadas Asf\u00e1lticas<\/a>, e ao\u00a0<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/7-Controle-de-Qualidade-das-Camadas-Granulares-UnB.ppt\">Controle de Qualidade das Camadas Granulares<\/a>, que apresentam as especifica\u00e7\u00f5es e o controle das camadas asf\u00e1lticas e dos agregados das misturas betuminosas;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2 \u2013 Em seguida, recomendamos ler o conte\u00fado dispon\u00edvel no Cap\u00edtulo 9 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-09-Diagn\u00f3sticos-de-Defeitos-Avalia\u00e7\u00e3o-Funcional-e-de-Ader\u00eancia.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Diagn\u00f3sticos de defeitos, avalia\u00e7\u00e3o funcional e de ader\u00eancia<\/a>, do livro Pavimentos Asf\u00e1lticos;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3 \u2013 Importa ler os cap\u00edtulos 1, 2 e 7 (itens 7.1, 7.2, 7.6) do livro Auditoria de Qualidade de Obras P\u00fablicas, que apresentam as verifica\u00e7\u00f5es de qualidade das obras contratadas pela Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">4 \u2013 A leitura do artigo <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Artigo-Antonio_Cleiton.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Auditoria em Obras Rodovi\u00e1rias: metodologia e estudo de caso<\/a>, ilustra procedimentos simples que podem ser aplicados nas auditorias de obras rodovi\u00e1rias;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">5 \u2013 O livro Manual de Obras Rodovi\u00e1rias e Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica: execu\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o, em seu cap\u00edtulo 4 (itens 4.5 a 4.11) traz importantes considera\u00e7\u00f5es sobre as atividades que devem ser desempenhadas pela fiscaliza\u00e7\u00e3o e supervis\u00e3o, de modo a assegurar a qualidade e a economicidade nas obras de pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">6 \u2013 Assista aos\u00a0v\u00eddeos\u00a0acerca da execu\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica na p\u00e1gina\u00a0V\u00eddeos;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">7 \u2013 Finalmente, recomendamos explorar o material constante das p\u00e1ginas &#8220;Leis e outros normativos&#8221;, &#8220;Manuais e procedimentos&#8221; e &#8220;Relat\u00f3rios e publica\u00e7\u00f5es&#8221;, atentando para os manuais\/procedimentos do <a href=\"http:\/\/www.ibraop.org.br\/projeto-de-elaboracao-de-procedimentos-de-auditoria-de-obras-publicas\/\">IBRAOP<\/a> e do <a href=\"https:\/\/portal.tcu.gov.br\/inicio\/\">TCU<\/a> (aba &#8220;Controle e fiscaliza\u00e7\u00e3o&#8221;)<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Patologias mais comuns dos pavimentos asf\u00e1lticos e poss\u00edveis causas&#8221; tab_id=&#8221;1505940379802-81c50970-cedc&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1 \u2013 Sugerimos iniciar os estudos lendo o <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/02-DNIT-720_Manual_Restaur_Pav_Asfalt.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Manual de Restaura\u00e7\u00e3o de Pavimentos Asf\u00e1lticos<\/a>, notadamente a identifica\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise das deteriora\u00e7\u00f5es nos pavimentos flex\u00edveis, e as principais t\u00e9cnicas de restaura\u00e7\u00e3o existentes;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2 \u2013 Na sequ\u00eancia, examinar os cap\u00edtulos\u00a09 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-09-Diagn\u00f3sticos-de-Defeitos-Avalia\u00e7\u00e3o-Funcional-e-de-Ader\u00eancia.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Diagn\u00f3stico de defeitos, avalia\u00e7\u00e3o funcional e de ader\u00eancia<\/a>\u00a0e\u00a011 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-11-T\u00e9cnicas-de-Restaura\u00e7\u00e3o-Asf\u00e1ltica.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">T\u00e9cnicas de restaura\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica<\/a>, do livro Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica, onde se disp\u00f5e de vasto material de consulta sobre o tema;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3 \u2013 Vale \u00e0 pena analisar a tese de doutorado <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/02-Tese_Estd_Deform_Permant_Trilh_Rodas.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Estudo de Deforma\u00e7\u00e3o Permanente em Trilha de Roda de Misturas Asf\u00e1lticas em Pista e em Laborat\u00f3rio<\/a>, que investiga as deforma\u00e7\u00f5es permanentes em trilhas de rodas, uma das patologias mais frequentes observadas nas camadas de rolamento e que afeta a seguran\u00e7a do tr\u00e1fego;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">4 \u2013 \u00c9 altamente recomend\u00e1vel ler o relat\u00f3rio do N\u00facleo de Fiscaliza\u00e7\u00e3o de Obras e Servi\u00e7os do TCDF, <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/01-TCDF-Asfalto-Novo_Etapa-1-item-2.2.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Informa\u00e7\u00e3o n\u00ba 05\/2017-NFO<\/a>, que trata dos exames realizados pelo N\u00facleo, nas obras da primeira etapa do Programa Asfalto Novo, do Governo do Distrito Federal;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">5 \u2013 Finalmente, assista aos\u00a0<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/auditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica\/#1505940827981-5bf21029-6d45\">v\u00eddeos<\/a>\u00a0acerca da execu\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o de tapa-buraco, que \u00e9 uma t\u00e9cnica de recupera\u00e7\u00e3o dos pavimentos quando ocorrem defeitos localizados.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Roteiro para a execu\u00e7\u00e3o de auditoria de qualidade em pavimentos asf\u00e1lticos com o aux\u00edlio de t\u00e9cnicas de auditoria e ensaios de laborat\u00f3rio no TCDF&#8221; tab_id=&#8221;1505940413202-aed43d75-53b1&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1 \u2013 Sugerimos iniciar os estudos acessando o material a seguir, que apresenta os conceitos b\u00e1sicos acerca do pavimento asf\u00e1ltico, seus componentes e suas fun\u00e7\u00f5es: 1 &#8211; <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/1-Pavimentacao-Conceitos-Basicos-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conceitos B\u00e1sicos<\/a>; 2 \u2013<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/2-Materiais-dos-Pavimentos-Ligantes-UnB.ppt\">Ligantes<\/a>; 3 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/3-Materiais-dos-Pavimentos-Agregados-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agregados<\/a>; 4 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/4-Materiais-dos-Pavimentos-Tipos-de-Misturas-UnB.ppt\">Tipos de Misturas<\/a>; 5 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/5-Misturas-Betuminosas-Dosagem-e-Propriedades-UnB.ppt\">Dosagens e propriedades das misturas<\/a>; 6 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/6-Controle-de-Qualidade-das-Camadas-Asfalticas-UnB-1.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Controle de qualidade das camadas asf\u00e1lticas<\/a>; 7 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/7-Controle-de-Qualidade-das-Camadas-Granulares-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Controle de qualidade das camadas granulares<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2 \u2013 Para aprofundar os conhecimentos acerca do assunto, consulte o livro Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica, notadamente os seguintes cap\u00edtulos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">a)\u00a0\u00a0\u00a0 Cap\u00edtulo 2 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-02-Ligantes-Asf\u00e1lticos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ligantes asf\u00e1lticos<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">b)\u00a0\u00a0\u00a0 Cap\u00edtulo 3 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-03-Agregados.pdf\">Agregados<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">c)\u00a0\u00a0\u00a0 Cap\u00edtulo 4 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-04-Tipos-de-Revestimentos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tipos de revestimentos asf\u00e1lticos<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">d)\u00a0\u00a0\u00a0 Cap\u00edtulo 5 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-05-Dosagem-dos-Tipos-de-Revestimentos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dosagem de diferentes tipos de revestimento<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">e)\u00a0\u00a0\u00a0 Cap\u00edtulo 7 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-07-Materiais-e-Estruturas-de-Pavimentos-Asf\u00e1lticos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Materiais e estruturas de pavimentos asf\u00e1lticos<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">f)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cap\u00edtulo 8 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-08-T\u00e9cnicas-Executivas-de-Revestimentos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">T\u00e9cnicas executivas de revestimentos asf\u00e1lticos<\/a>; e<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">g)\u00a0\u00a0\u00a0 Cap\u00edtulo 9 \u2013 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-09-Diagn\u00f3sticos-de-Defeitos-Avalia\u00e7\u00e3o-Funcional-e-de-Ader\u00eancia.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Diagn\u00f3stico de defeitos, avalia\u00e7\u00e3o funcional e de ader\u00eancia<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3 \u2013 Recomendamos examinar as orienta\u00e7\u00f5es gerais constantes do\u00a0Roteiro de Auditoria de Obras P\u00fablicas (2012), do TCU, especificamente o item I.10 \u2013 AN\u00c1LISE DE QUALIDADE DE OBRAS;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">4 &#8211; Assista aos\u00a0<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/auditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica\/#1505940827981-5bf21029-6d45\">v\u00eddeos<\/a>\u00a0sobre a aplica\u00e7\u00e3o de dois importantes tipos de revestimento asf\u00e1ltico, o Concreto Betuminoso Usinado a Quente e o Tratamento Superficial Duplo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">5 \u2013 Examine o material elaborado pelo\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ibraop.org.br\/procedimentos-para-obras-rodoviarias\/\">IBRAOP<\/a>, notadamente os seguintes procedimentos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">a) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/01-PROC-IBR-GER-021-2016-Recomenda\u00e7oes-Inspe\u00e7\u00e3o-In-Loco.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PROC-IBR-GER 021\/2016<\/a>\u00a0(recomenda\u00e7\u00f5es para inspe\u00e7\u00e3o\u00a0<i>in loco<\/i>);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">b) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/02-OT-IBR-003-2011-Garantia-quinquenal.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">OT-IBR 003\/2011<\/a>\u00a0(orienta\u00e7\u00f5es para avalia\u00e7\u00e3o de qualidade das obras p\u00fablicas durante seu per\u00edodo de garantia);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">b) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/APROVADO-PROC-IBR-ROD-101-2016-Extra\u00e7\u00e3o-de-amostras.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PROC-IBR-ROD 101\/2016<\/a>\u00a0(extrair corpos de prova de concreto asf\u00e1ltico para forma\u00e7\u00e3o de amostra representativa para fins de auditoria);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">c) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/APROVADO-PROC-IBR-ROD-102-2016-Verifica\u00e7\u00e3o-das-espessuras.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PROC-IBR-ROD 102\/2016<\/a>\u00a0(verifica\u00e7\u00e3o das espessuras m\u00e9dias executadas de revestimento em concretos asf\u00e1lticos);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">d) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/APROVADO-PROC-IBR-ROD-103-2016-Calcular-as-densidades-aparentes.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PROC-IBR-ROD 103\/2016<\/a>\u00a0(calcular as densidades aparentes dos corpos de prova extra\u00eddos das camadas de concreto asf\u00e1ltico);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">e) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/APROVADO-PROC-IBR-ROD-105-2016-Ligante-asf\u00e1ltico-CAP.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PROC-IBR-ROD 105\/2016<\/a>\u00a0(calcular o teor de ligante dos corpos de prova extra\u00eddos das camadas de concreto asf\u00e1ltico);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">f)\u00a0 <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/APROVADO-PROC-IBR-ROD-106-2016-Granulometria.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PROC-IBR-ROD 106\/2016<\/a>\u00a0(a an\u00e1lise da granulometria de camadas de concretos asf\u00e1lticos para fins de auditoria);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">g) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/APROVADO-PROC-IBR-ROD-113-2016-Quantitativo-de-CBUQ.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PROC-IBR-ROD 113\/2016<\/a>\u00a0(an\u00e1lise do quantitativo executado de camadas de concretos asf\u00e1lticos para fins de auditoria);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Obs.: (conquanto estejam em processo de consulta p\u00fablica, os procedimentos do IBRAOP servem de guia para o planejamento e execu\u00e7\u00e3o da auditoria. Outros importantes procedimentos est\u00e3o em fase de elabora\u00e7\u00e3o e ir\u00e3o compor a lista supra em breve).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">6 \u2013 Para a avalia\u00e7\u00e3o de auditoria de qualidade em pavimentos asf\u00e1lticos, \u00e9 importante conhecer as normas t\u00e9cnicas seguintes, aplic\u00e1veis aos ensaios de laborat\u00f3rio em pavimentos flex\u00edveis, e as normas referentes \u00e0 execu\u00e7\u00e3o dos revestimentos asf\u00e1lticos mais comuns (CBUQ e Tratamentos Superficiais):<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><em>execu\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">a) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/dnit031_2006_es-execu\u00e7\u00e3o-dos-pav-flex.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNIT 031-2006-ES &#8211; Concreto Asf\u00e1ltico<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">b) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/dnit032_2005_es-areia-asfalto-a-quente.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNIT 032-2005-ES &#8211; Areia Asfalto a Quente<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">c)<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/dnit033_2005_es-conc-asf-recic-a-quente-na-usina.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00a0DNIT 033-2005-ES &#8211; Concreto Asf\u00e1ltico Reciclado a Quente na Usina<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">d) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/dner-es391-99-TSS-com-asfalt-polim.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNER-ES 391-99 &#8211; TSS com asfalto pol\u00edmero<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">e) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/dner-es392-99-TSD-com-asfalt-polim.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNER-ES 392-99 &#8211; TSD com asfalto pol\u00edmero<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">f) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/dner-es393-99-TST-com-asfalt-polim.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNER-ES 393-99 &#8211; TST com asfalto pol\u00edmero<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">g) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/dnit154_2010_es-recup-def-em-pav-asfalt.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNIT 154-2010-ES &#8211; Recupera\u00e7\u00e3o de Defeitos em Pavimentos Asf\u00e1lticos<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em><strong>m\u00e9todo de ensaio<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">h) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/D-6307-98-_Forno-NCAT.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">D 6307-98 &#8211; Percentagem de Betume &#8211; Forno NCAT<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">i) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/DNER-ME-53-94-Rotarex.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNER-ME 53-94 &#8211; Percentagem de Betume &#8211; Rotarex<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">j) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/DNER-ME-43-95-Estabilidade-e-Flu\u00eancia.pdf\">DNER-ME 43-95 &#8211; Ensaio Marshall<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">k) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/DNER-ME-81-98-Absor\u00e7\u00e3o-e-Densidade-do-Agregado-Gra\u00fado.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNER-ME 81-98 &#8211; Absor\u00e7\u00e3o e Densidade do Agregado Gra\u00fado<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">l) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/DNER-ME-83-98-Granulometria.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNER-ME 83-98 &#8211; Granulometria<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">m) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/DNER-ME-84-95-Densidade-Real-de-Agregado-Mi\u00fado.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNER-ME 84-95 &#8211; Densidade Real de Agregado Mi\u00fado<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">n) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/DNER-ME-117-94-Densidade-Aparente.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNER-ME 117-94 &#8211; Densidade Aparente da Mistura Betuminosa<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">o) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/DNER-ME-138-94-Resist\u00eancia-\u00e0-Tra\u00e7\u00e3o.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNER-ME 138-94 &#8211; Resist\u00eancia \u00e0 Tra\u00e7\u00e3o por Compress\u00e3o Diametral Mistura Betuminosa<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">p) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/dner-me004-94.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNER-ME 004\/94 &#8211; Material betuminoso \u2013 Viscosidade Saybolt-Furol<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em><strong>terminologia<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">q) <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/dnit005_2003_ter-terminologia-dos-defeitos-nos-pav-flex.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DNIT 005-2003-TER &#8211; Terminologia dos Defeitos nos Pavimentos Flex\u00edveis<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">7 \u2013 Por fim, recomendamos participar do curso Auditoria de Qualidade de Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica com T\u00e9cnicas Laboratoriais, elaborado pela Escola de Contas do TCDF. Sugerimos consultar a ESCON acerca da disponibilidade do curso.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Responsabiliza\u00e7\u00f5es pela execu\u00e7\u00e3o irregular das obras p\u00fablicas de pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica&#8221; tab_id=&#8221;1505940443936-cd047218-ecea&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1 \u2013 Sugerimos iniciar os estudos lendo o livro Auditoria de Qualidade de Obras P\u00fablicas (dispon\u00edvel na biblioteca do TCDF, c\u00f3digo 03500088389), que apresenta as verifica\u00e7\u00f5es de qualidade das obras contratadas pela Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica e detalha as responsabilidades dos construtores, projetistas, consultores e agentes p\u00fablicos, notadamente os cap\u00edtulos 3 a 6, e 7 (itens 7.1 e 7.2);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2 \u2013 Acerca da identifica\u00e7\u00e3o de preju\u00edzos em processos de fiscaliza\u00e7\u00e3o, recomendamos examinar o Cap\u00edtulo II Orienta\u00e7\u00f5es Quanto \u00e0 Imputa\u00e7\u00e3o de D\u00e9bito, do <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/TCU-Rot-Aud-Obr-Pub.pdf\">Roteiro de Auditoria de Obras P\u00fablicas, do TCU<\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3 \u2013 Por fim, \u00e9 necess\u00e1rio conhecer os aspectos relativos \u00e0s atribui\u00e7\u00f5es e responsabiliza\u00e7\u00f5es dos intervenientes na execu\u00e7\u00e3o das obras p\u00fablicas contidos na\u00a0<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/L8666cons.htm\">Lei n\u00ba 8.666\/93<\/a>\u00a0(Lei de Licita\u00e7\u00f5es) e no\u00a0<a href=\"http:\/\/www.fazenda.df.gov.br\/aplicacoes\/legislacao\/legislacao\/TelaSaidaDocumento.cfm?txtNumero=32598&amp;txtAno=2010&amp;txtTipo=6&amp;txtParte=.\">Decreto Distrital n\u00ba 32.598\/10<\/a>\u00a0(trata das Normas de Planejamento, Or\u00e7amento, Finan\u00e7as, Patrim\u00f4nio e Contabilidade do Distrito Federal).<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;12px&#8221;][vc_custom_heading text=&#8221;OP\u00c7\u00d5ES DE APRENDIZAGEM&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23607d8b&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_empty_space height=&#8221;12px&#8221;][vc_row_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon type=&#8221;entypo&#8221; icon_entypo=&#8221;entypo-icon entypo-icon-docs&#8221; color=&#8221;custom&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;vista_blue&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; custom_color=&#8221;#ffffff&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231505503299326-18b8cc46-81cb405b-6ad4|||&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #808080\"><strong>ARTIGOS<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon icon_fontawesome=&#8221;fa fa-graduation-cap&#8221; color=&#8221;white&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;custom&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; custom_background_color=&#8221;#9794ef&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231505503832999-4d102f06-6cbf405b-6ad4|||&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #808080\"><strong>CURSOS<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon type=&#8221;entypo&#8221; icon_entypo=&#8221;entypo-icon entypo-icon-book&#8221; color=&#8221;white&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;custom&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; custom_background_color=&#8221;#85acc1&#8243; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231505940755184-551df656-fdd9|||&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #808080\"><strong>LIVROS<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon type=&#8221;entypo&#8221; icon_entypo=&#8221;entypo-icon entypo-icon-bookmarks&#8221; color=&#8221;custom&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;custom&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; custom_color=&#8221;#ffffff&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231505940782454-d7e7f055-e7f3|||&#8221; custom_background_color=&#8221;#ff9800&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #808080\"><strong>CAP\u00cdTULOS DE LIVROS<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon type=&#8221;linecons&#8221; icon_linecons=&#8221;vc_li vc_li-news&#8221; color=&#8221;white&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;custom&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; custom_background_color=&#8221;#8bc34a&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231505940805965-7e827a6d-e334|||&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #808080\"><strong>TESES E TCCs<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon type=&#8221;entypo&#8221; icon_entypo=&#8221;entypo-icon entypo-icon-video&#8221; color=&#8221;white&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;purple&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231505940827981-5bf21029-6d45|||&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong><span style=\"color: #808080\">V\u00cdDEOS<\/span><\/strong><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_row_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon type=&#8221;entypo&#8221; icon_entypo=&#8221;entypo-icon entypo-icon-doc-text&#8221; color=&#8221;white&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;custom&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; custom_background_color=&#8221;#e8638f&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231505940847858-aeab9c34-c799|||&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #808080\"><strong>LEGISLA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon type=&#8221;entypo&#8221; icon_entypo=&#8221;entypo-icon entypo-icon-newspaper&#8221; color=&#8221;white&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;peacoc&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231505940873714-0817ea84-edc8|||&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #808080\"><strong>MANUAIS E PROCEDIMENTOS\u00a0<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon icon_fontawesome=&#8221;fa fa-pencil-square-o&#8221; color=&#8221;white&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;custom&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; custom_background_color=&#8221;#fff491&#8243; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231505940901031-20d5e8f2-30c9|||&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #808080\"><strong>ESPECIFICA\u00c7\u00d5ES DE SERVI\u00c7O<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon type=&#8221;material&#8221; icon_material=&#8221;vc-material vc-material-assignment_turned_in&#8221; color=&#8221;custom&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;custom&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; custom_color=&#8221;#ffffff&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231505940924982-2badeadf-de2f|||&#8221; custom_background_color=&#8221;#c10000&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong><span style=\"color: #808080\">RELAT\u00d3RIOS E PUBLICA\u00c7\u00d5ES<\/span><\/strong><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_icon icon_fontawesome=&#8221;fa fa-check-square-o&#8221; color=&#8221;custom&#8221; background_style=&#8221;rounded&#8221; background_color=&#8221;custom&#8221; size=&#8221;xl&#8221; align=&#8221;center&#8221; custom_color=&#8221;#ffffff&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Funidades.tc.df.gov.br%2Ftrilhas%2Fauditoria-de-obras-de-pavimentacao-asfaltica%2F%231507059289647-88a726b1-3b53|||&#8221; custom_background_color=&#8221;#208900&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong><span style=\"color: #808080\">TESTE O SEU CONHECIMENTO<\/span><\/strong><\/h4>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/6&#8243;][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_tta_tabs color=&#8221;white&#8221; active_section=&#8221;1&#8243; no_fill_content_area=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505503299211-ce8f0511-adf1405b-6ad4&#8243;][\/vc_tta_section][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505503299326-18b8cc46-81cb405b-6ad4&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">Artigos<\/h2>\n<div class=\"box generalbox center clearfix\">\n<div class=\"no-overflow\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Artigo:\u00a0<\/b>Per\u00edcia em Obras Rodovi\u00e1rias \u2013 A Experi\u00eancia da Fiscaliza\u00e7\u00e3o Concomitante do Lote 07 da BR 101\/NE<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor:<\/b>\u00a0Alan de Oliveira Lopes<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Local de publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Encontro T\u00e9cnico Nacional de Auditoria de Obras P\u00fablicas \u2013 ENAOP \u2013 Palmas\/TO, 2012<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Data de publica\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/b>Junho\/2012<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer a os procedimentos t\u00e9cnicos das per\u00edcias de engenharia aplicados a obras rodovi\u00e1rias em a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o concomitante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2012\/docs\/arquivos_tecnicos\/Pericia_obras_rodoviarias_experiencia_fiscalizacao_concomitante_lote_07_BR_101NE_Alan_Lopes.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Artigo:<\/b>\u00a0Auditoria em Obras Rodovi\u00e1rias: metodologia e estudo de caso<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor:<\/b>\u00a0Antonio Cleiton Lopes da Silva e Consuelo Alves da Frota<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Local de publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Latin American Journal of Business Management \u2013 Taubat\u00e9, SP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Data de publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0junho\/2013<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Apresentar metodologia e procedimentos simples e eficazes de levantamento e de c\u00e1lculos para a quantifica\u00e7\u00e3o dos custos de eventuais danos ao er\u00e1rio, a partir do estudo de caso, relativo \u00e0 Rodovia 319, trecho entre o Rio Castanho e o Rio Tupana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acesse <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Artigo-Antonio_Cleiton.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505503832999-4d102f06-6cbf405b-6ad4&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">Cursos<\/h2>\n<div class=\"box generalbox center clearfix\">\n<div class=\"no-overflow\">\n<p style=\"text-align: justify\">Curso promovido pela ESCON<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Curso:\u00a0<\/b>Auditoria de Qualidade de Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica com T\u00e9cnicas Laboratoriais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Carga hor\u00e1ria:\u00a0<\/b>12 horas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Instrutores: <\/b>a definir<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Conte\u00fado:<\/b><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\">\n<li>Conceitos e t\u00e9cnicas de pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica;<\/li>\n<li>Normas t\u00e9cnicas que envolvem concretos asf\u00e1lticos (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes \u2013 DNIT e Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras P\u00fablicas &#8211; BRAOP);<\/li>\n<li>Procedimentos espec\u00edficos de auditoria de concretos asf\u00e1lticos, com base nos procedimentos elaborados pelo IBRAOP.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Pr\u00e9-requisitos:<\/b>\u00a0Forma\u00e7\u00e3o em engenharia, com prioridade para aqueles que atuem em auditoria de obras rodovi\u00e1rias. Leitura obrigat\u00f3ria dos Procedimentos do IBRAOP: PROC-IBR-ROD 101\/2015, PROC-IBR-ROD 102\/2015, PROC-IBR-ROD 103\/2015, PROC-IBR-ROD 105\/2015, PROC-IBR-ROD 106\/2015, PROC-IBR-ROD 113\/2015.<\/p>\n<p>Obs.: entrar em contato com a ESCON para verificar disponibilidade do curso<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Curso promovido pela UnB<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Curso:\u00a0<\/b>Pavimenta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Carga hor\u00e1ria:<\/b>\u00a060 horas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Instrutores:<\/b>\u00a0Professores do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, da UnB<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Conte\u00fado:<\/b><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\">\n<li>Introdu\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Materiais utilizados em obras de pavimenta\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Dimensionamento;<\/li>\n<li>Constru\u00e7\u00e3o de pavimentos;<\/li>\n<li>Drenagem;<\/li>\n<li>Conserva\u00e7\u00e3o, ger\u00eancia e restaura\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Composi\u00e7\u00e3o de custos.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">Material did\u00e1tico de apoio, Prof. PhD. M\u00e1rcio Muniz de Farias:\u00a0<b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/1-Pavimentacao-Conceitos-Basicos-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conceitos Basicos<\/a><\/b>;<b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/2-Materiais-dos-Pavimentos-Ligantes-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ligantes<\/a><\/b>;<b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/3-Materiais-dos-Pavimentos-Agregados-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agregados<\/a><\/b>;<b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/4-Materiais-dos-Pavimentos-Tipos-de-Misturas-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tipos de Misturas<\/a><\/b>;<b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/5-Misturas-Betuminosas-Dosagem-e-Propriedades-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dosagem e Propriedades<\/a><\/b>;<b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/6-Controle-de-Qualidade-das-Camadas-Asfalticas-UnB-1.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Controle de Qualidade das Camadas Asf\u00e1lticas<\/a><\/b>;<b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/7-Controle-de-Qualidade-das-Camadas-Granulares-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Controle de Qualidade das Camadas Granulares<\/a><\/b>; <strong><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/8-Dimensionamento-de-Pavimentos-Flexiveis-UnB.ppt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dimensionamento de Pavimentos Flex\u00edveis<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Pr\u00e9-requisitos:<\/b>\u00a0Ser portador de diploma de curso superior. Para saber como solicitar a admiss\u00e3o na UnB como Aluno Especial, clique <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Instrucoes-para-Admiss\u00e3o-Aluno-Especial-UnB.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instrucoes para Admiss\u00e3o Aluno Especial-UnB<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Curso promovido pela New Roads Consultoria<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Curso:\u00a0<\/b>Execu\u00e7\u00e3o e Fiscaliza\u00e7\u00e3o de Obras de Pavimenta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Carga hor\u00e1ria:<\/b>\u00a020 horas aula divididas em dois dias<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Instrutor:<\/b>\u00a0Elci Pessoa J\u00fanior, p\u00f3s-graduado em Auditoria de Obrs P\u00fablicas, Consultor Internacional do IP INSTITUT F\u00dcR PROJEKTPLANUNG GmbH (Alemanha).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Conte\u00fado:<\/b><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\">\n<li>Imprima\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Pintura de Liga\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Tratamentos Superficiais;<\/li>\n<li>CBUQ;<\/li>\n<li>Aquisi\u00e7\u00e3o de Ligantes Asf\u00e1lticos;<\/li>\n<li>Placas de Concreto.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Pr\u00e9-requisitos:<\/b>\u00a0N\u00e3o h\u00e1. Para saber sobre o curso, clique\u00a0<a href=\"https:\/\/newroads.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Curso promovido pela ESCON<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Curso:<\/strong> Auditoria de Qualidade de Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica com T\u00e9cnicas Laboratoriais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Carga hor\u00e1ria:<\/strong> 12 horas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Instrutores:<\/strong> a definir<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Conte\u00fado:<\/strong><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li>Conceitos e t\u00e9cnicas de pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica;<\/li>\n<li>Normas t\u00e9cnicas que envolvem concretos asf\u00e1lticos (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes \u2013 DNIT e Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras P\u00fablicas &#8211; BRAOP);<\/li>\n<li>Procedimentos espec\u00edficos de auditoria de concretos asf\u00e1lticos, com base nos procedimentos elaborados pelo IBRAOP.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Pr\u00e9-requisitos:<\/strong> Forma\u00e7\u00e3o em engenharia, com prioridade para aqueles que atuem em auditoria de obras rodovi\u00e1rias. Leitura obrigat\u00f3ria dos Procedimentos do IBRAOP: PROC-IBR-ROD 101\/2015, PROC-IBR-ROD 102\/2015, PROC-IBR-ROD 103\/2015, PROC-IBR-ROD 105\/2015, PROC-IBR-ROD 106\/2015, PROC-IBR-ROD 113\/2015.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505940755184-551df656-fdd9&#8243; title=&#8221;Livros&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h2>Livros<\/h2>\n<div class=\"box generalbox center clearfix\">\n<div class=\"no-overflow\">\n<p><b><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12624\" src=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Manual-de-Obras-Rodov.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"226\" \/><\/b><\/p>\n<p><b>Manual de Obras Rodovi\u00e1rias e Pavimenta\u00e7\u00e3o Urbana: execu\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p><b>Autor:<\/b>\u00a0Elci Pessoa J\u00fanior<\/p>\n<p><b>Data de Publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a02014<\/p>\n<p><b>Editora<\/b>: PINI<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dispon\u00edvel em breve na biblioteca TCDF.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Objetivo da Leitura: conhecer os servi\u00e7os mais relevantes das obras rodovi\u00e1rias e as atividades que devem ser desempenhadas pela fiscaliza\u00e7\u00e3o e supervis\u00e3o, de modo a assegurar a qualidade e a economicidade do empreendimento.<\/p>\n<p><b>Recomenda\u00e7\u00f5es para a Leitura:<\/b>\u00a0Cap\u00edtulos: 4, itens 4.5 a 4.11.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/biblioteca2.senado.gov.br:8991\/F\/5PK4R592Q4J72S9TA2SEQ55U3T8S5S2SLS5L9XR9QR7JAE7NG9-09554?func=full-set-set&amp;set_number=007971&amp;set_entry=000001&amp;format=999\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>Livro f\u00edsico dispon\u00edvel aqui.<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-12625\" src=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Pavimenta\u00e7\u00e3o-asf\u00e1ltica-216x300.jpg\" alt=\"\" width=\"216\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Pavimenta\u00e7\u00e3o-asf\u00e1ltica-216x300.jpg 216w, https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Pavimenta\u00e7\u00e3o-asf\u00e1ltica-200x278.jpg 200w, https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Pavimenta\u00e7\u00e3o-asf\u00e1ltica-400x555.jpg 400w, https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Pavimenta\u00e7\u00e3o-asf\u00e1ltica.jpg 510w\" sizes=\"(max-width: 216px) 100vw, 216px\" \/><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Data de Publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a02008<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Editora:<\/b>\u00a0ABEDA e Universidade Petrobras<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dispon\u00edvel em cap\u00edtulos aqui: <strong>1-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-01-Introdu\u00e7\u00e3o.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/a>; 2-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-02-Ligantes-Asf\u00e1lticos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ligantes<\/a>; 3-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-03-Agregados.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agregados<\/a>;<\/strong> 4-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-04-Tipos-de-Revestimentos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tipos de <strong>Revestimentos<\/strong><\/a><strong>; 5-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-05-Dosagem-dos-Tipos-de-Revestimentos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dosagem<\/a>; 6-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-06-Propriedades-mec\u00e2nicas-das-Misturas-Asf\u00e1lticas.pdf\">Propriedades<\/a>; 7-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-07-Materiais-e-Estruturas-de-Pavimentos-Asf\u00e1lticos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Materiais<\/a>; 8-<\/strong><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-08-T\u00e9cnicas-Executivas-de-Revestimentos.pdf\"><strong>T\u00e9cnicas Executivas<\/strong><\/a><strong>;<\/strong> 9-<strong><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-09-Diagn\u00f3sticos-de-Defeitos-Avalia\u00e7\u00e3o-Funcional-e-de-Ader\u00eancia.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Diagn\u00f3stico de Defeitos<\/a><\/strong>; 10-<a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-10-Avalia\u00e7\u00e3o-Estrutural-de-Pavimentos-Asf\u00e1lticos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Avalia\u00e7\u00e3o Estrutural<\/strong><\/a>; 11-<strong><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-11-T\u00e9cnicas-de-Restaura\u00e7\u00e3o-Asf\u00e1ltica.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">T\u00e9cnicas de Restaura\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0conhecer os materiais usados em pavimenta\u00e7\u00e3o e suas propriedades, al\u00e9m de apresentar as t\u00e9cnicas de execu\u00e7\u00e3o, de avalia\u00e7\u00e3o e de restaura\u00e7\u00e3o de pavimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Recomenda\u00e7\u00f5es para a Leitura:<\/b>\u00a0Cap\u00edtulos: 2, 4 a 11.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-12626\" src=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Utiliza\u00e7\u00e3o-de-ligantes-228x300.jpg\" alt=\"\" width=\"228\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Utiliza\u00e7\u00e3o-de-ligantes-228x300.jpg 228w, https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Utiliza\u00e7\u00e3o-de-ligantes-200x263.jpg 200w, https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Utiliza\u00e7\u00e3o-de-ligantes-400x526.jpg 400w, https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Utiliza\u00e7\u00e3o-de-ligantes.jpg 539w\" sizes=\"(max-width: 228px) 100vw, 228px\" \/><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Utiliza\u00e7\u00e3o de Ligantes Asf\u00e1lticos em Servi\u00e7os de Pavimenta\u00e7\u00e3o \u2013 Guia T\u00e9cnico<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores:<\/b>\u00a0Jorge Augusto Pereira Ceratti, Liedi Bariani Bernucci e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Data de Publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a02015<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Editora:<\/b>\u00a0ABEDA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0conhecer as aplica\u00e7\u00f5es dos ligantes asf\u00e1lticos, as solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas espec\u00edficas relacionadas aos ligantes, seus usos, o processo de produ\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o em servi\u00e7os de pavimenta\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Recomenda\u00e7\u00f5es para a Leitura:<\/b>\u00a0Cap\u00edtulos: 1 e 3.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/biblioteca2.senado.gov.br:8991\/F\/5PK4R592Q4J72S9TA2SEQ55U3T8S5S2SLS5L9XR9QR7JAE7NG9-11788?func=full-set-set&amp;set_number=008023&amp;set_entry=000002&amp;format=999\"><strong>Livro digital dispon\u00edvel aqui.<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-12627\" src=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Emulsoes-Asfalticas-228x300.jpg\" alt=\"\" width=\"228\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Emulsoes-Asfalticas.jpg 228w, https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Emulsoes-Asfalticas-200x263.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 228px) 100vw, 228px\" \/><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Manual B\u00e1sico de Emuls\u00f5es Asf\u00e1lticas<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores:<\/b>\u00a0Rafael M. Martins de Reis, Luiz Henrique Teixeira, R\u00f4mulo Constantino e Wander Omena<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Data de Publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a02010<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Editora:<\/b>\u00a0ABEDA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0conhecer os materiais usados e as t\u00e9cnicas e tecnologias aplic\u00e1veis \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de emuls\u00f5es asf\u00e1lticas em obras e servi\u00e7os de pavimenta\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o de rodovias, vias urbanas e rurais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Recomenda\u00e7\u00f5es para a Leitura:<\/b>\u00a0Cap\u00edtulos: 1 a 17.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wpfd_file\/manual-basico-de-emulsoes-asfalticas\/\"><strong>Livro digital dispon\u00edvel aqui<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12628\" src=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Capa-livro-Auditoria-de-qualidade.jpg\" alt=\"\" width=\"187\" height=\"269\" \/><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Auditoria de Qualidade de Obras P\u00fablicas<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor:<\/b>\u00a0Carnot Leal Nogueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Data de Publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a02008<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Editora:<\/b>\u00a0PINI<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dispon\u00edvel na biblioteca TCDF \u2013 C\u00f3digo 03500088389<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0conhecer a verifica\u00e7\u00e3o de qualidade das obras contratadas pela Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, as responsabilidades civis e criminais dos construtores, dos projetistas, dos agentes p\u00fablicos e de outros intervenientes em decorr\u00eancia de v\u00edcios construtivos, solidez e seguran\u00e7a, funcionalidade, restri\u00e7\u00f5es de vizinhan\u00e7a e regulamentos administrativos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Recomenda\u00e7\u00f5es para a Leitura:<\/b>\u00a0Cap\u00edtulos: 3 a 6, 7, itens 7.1 e 7.2.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/biblioteca2.senado.gov.br:8991\/F\/5PK4R592Q4J72S9TA2SEQ55U3T8S5S2SLS5L9XR9QR7JAE7NG9-11788?func=full-set-set&amp;set_number=008023&amp;set_entry=000002&amp;format=999\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Livro f\u00edsico dispon\u00edvel aqui.<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505940782454-d7e7f055-e7f3&#8243; title=&#8221;Cap\u00edtulos de livros&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">Cap\u00edtulos de livros<\/h2>\n<div class=\"box generalbox center clearfix\">\n<div class=\"no-overflow\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Ligantes Asf\u00e1lticos (Cap\u00edtulo 02)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do livro:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Aprender sobre os ligantes asf\u00e1lticos, suas caracter\u00edsticas, processo de produ\u00e7\u00e3o, propriedades, especifica\u00e7\u00f5es e usos na pavimenta\u00e7\u00e3o, com \u00eanfase para os cimentos asf\u00e1lticos de petr\u00f3leo \u2013 CAP (item 2.2 do cap\u00edtulo), os asfaltos dilu\u00eddos \u2013 ADP (item 2.6 do cap\u00edtulo) e as emuls\u00f5es asf\u00e1lticas \u2013 EAP (item 2.5 do cap\u00edtulo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-02-Ligantes-Asf\u00e1lticos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Agregados (Cap\u00edtulo 03)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do livro:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Aprender os conceitos b\u00e1sicos sobre os agregados utilizados nos revestimentos asf\u00e1lticos de pavimentos, sua classifica\u00e7\u00e3o (item 3.2 do cap\u00edtulo), produ\u00e7\u00e3o (item 3.3 do cap\u00edtulo) e caracter\u00edsticas mais importantes (item 3.4 do cap\u00edtulo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-03-Agregados.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Tipos de Revestimentos (Cap\u00edtulo 04)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do livro:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0O revestimento asf\u00e1ltico \u00e9 o material mais nobre de um pavimento. Este cap\u00edtulo apresenta alguns tipos de revestimento asf\u00e1ltico, suas caracter\u00edsticas e os conceitos b\u00e1sicos associados a esse material.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-04-Tipos-de-Revestimentos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b><\/b><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Dosagens de diferentes tipos de revestimento (Cap\u00edtulo 05)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do livro:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Aprender sobre a determina\u00e7\u00e3o do teor \u00f3timo de ligante a partir de uma faixa granulom\u00e9trica de agregados predefinida e apresentar os ensaios de laborat\u00f3rio envolvidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-05-Dosagem-dos-Tipos-de-Revestimentos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Materiais e Estruturas de Pavimentos Asf\u00e1lticos (Cap\u00edtulo 07)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do livro:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Entender a estrutura de um pavimento, seus diversos componentes, suas fun\u00e7\u00f5es e propriedades, bem como apresentar os ensaios de determina\u00e7\u00e3o das propriedades mec\u00e2nicas dos materiais de base, sub-base e refor\u00e7o do subleito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-07-Materiais-e-Estruturas-de-Pavimentos-Asf\u00e1lticos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0T\u00e9cnicas executivas de revestimentos asf\u00e1lticos (Cap\u00edtulo 08)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do livro:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Compreender o m\u00e9todo de produ\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o das camadas asf\u00e1lticas na pista. Aprender sobre o processo de compacta\u00e7\u00e3o e acabamento do revestimento, assim como algumas t\u00e9cnicas de controle executivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-08-T\u00e9cnicas-Executivas-de-Revestimentos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b><\/b><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Diagn\u00f3sticos de Defeitos, Avalia\u00e7\u00e3o Funcional e de Ader\u00eancia (Cap\u00edtulo 09)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do livro:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os defeitos que ocorrem nos pavimentos, sua classifica\u00e7\u00e3o, causas, terminologia e tipos, notadamente os defeitos de superf\u00edcie (item 9.4 do cap\u00edtulo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-09-Diagn\u00f3sticos-de-Defeitos-Avalia\u00e7\u00e3o-Funcional-e-de-Ader\u00eancia.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0T\u00e9cnicas de Restaura\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica (Cap\u00edtulo 11)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do livro:<\/b>\u00a0Liedi Bariani Bernuci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Conhecer as poss\u00edveis t\u00e9cnicas de restaura\u00e7\u00e3o de pavimentos asf\u00e1lticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Cap\u00edtulo-11-T\u00e9cnicas-de-Restaura\u00e7\u00e3o-Asf\u00e1ltica.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Agregados para Constru\u00e7\u00e3o Civil (Cap\u00edtulo 16)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0M\u00e1rcio Muniz de Farias e Ennio Marques Palmeira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Materiais de Constru\u00e7\u00e3o Civil e Princ\u00edpios de Ci\u00eancia e Engenharia de Materiais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores do livro:<\/b>\u00a0Geraldo Cechella Isaia (Coordenador)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Compreender a utiliza\u00e7\u00e3o dos agregados na constru\u00e7\u00e3o civil e suas principais caracter\u00edsticas e propriedades em grandes obras de infraestrutura, notadamente na pavimenta\u00e7\u00e3o, tratada no item 5 do cap\u00edtulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/Agregados-para-Construcao-Civil-UnB.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Responsabilidades decorrentes da constru\u00e7\u00e3o de obras p\u00fablicas (Cap\u00edtulo 03)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Carnot Leal Nogueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Auditoria de Qualidade de Obras P\u00fablicas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor do livro:<\/b>\u00a0Carnot Leal Nogueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Compreender a aplicabilidade do C\u00f3digo Civil, do C\u00f3digo de Defesa do Consumidor e da Lei de Licita\u00e7\u00f5es e Contratos, dentre outras leis, acerca da responsabilidade dos construtores de obras p\u00fablicas ou privadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/biblioteca2.senado.gov.br:8991\/F\/5PK4R592Q4J72S9TA2SEQ55U3T8S5S2SLS5L9XR9QR7JAE7NG9-11788?func=full-set-set&amp;set_number=008023&amp;set_entry=000002&amp;format=999\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>Livro f\u00edsico dispon\u00edvel aqui.<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b><\/b><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0A presun\u00e7\u00e3o de responsabilidade do construtor e a responsabilidade das outras partes intervenientes (Cap\u00edtulo 04)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Carnot Leal Nogueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Auditoria de Qualidade de Obras P\u00fablicas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor do livro:<\/b>\u00a0Carnot Leal Nogueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Compreender sobre a determina\u00e7\u00e3o dos fatores e agentes respons\u00e1veis em caso de problemas em obras de Engenharia, o \u00f4nus da prova, solidariedade, a extens\u00e3o das presun\u00e7\u00f5es e in\u00edcio dos prazos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/biblioteca2.senado.gov.br:8991\/F\/5PK4R592Q4J72S9TA2SEQ55U3T8S5S2SLS5L9XR9QR7JAE7NG9-11788?func=full-set-set&amp;set_number=008023&amp;set_entry=000002&amp;format=999\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>Livro f\u00edsico dispon\u00edvel aqui.<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Causas de isen\u00e7\u00e3o de responsabilidades (Cap\u00edtulo 05)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Carnot Leal Nogueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Auditoria de Qualidade de Obras P\u00fablicas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor do livro:<\/b>\u00a0Carnot Leal Nogueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Compreender sobre as poss\u00edveis causas excludentes de responsabilidade nos problemas associados \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de obras de Engenharia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/biblioteca2.senado.gov.br:8991\/F\/5PK4R592Q4J72S9TA2SEQ55U3T8S5S2SLS5L9XR9QR7JAE7NG9-11788?func=full-set-set&amp;set_number=008023&amp;set_entry=000002&amp;format=999\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>Livro f\u00edsico dispon\u00edvel aqui.<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Responsabilidade dos agentes p\u00fablicas e responsabilidade criminal dos construtores (Cap\u00edtulo 06)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor do Cap\u00edtulo:<\/b>\u00a0Carnot Leal Nogueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Livro:<\/b>\u00a0Auditoria de Qualidade de Obras P\u00fablicas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor do livro:<\/b>\u00a0Carnot Leal Nogueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:<\/b>\u00a0Compreender os aspectos relacionados \u00e0s responsabilidades dos agentes p\u00fablicos e \u00e0 responsabilidade criminal dos construtores, estritamente no que concerne \u00e0 falta de qualidade das obras p\u00fablicas e as suas consequ\u00eancias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/biblioteca2.senado.gov.br:8991\/F\/5PK4R592Q4J72S9TA2SEQ55U3T8S5S2SLS5L9XR9QR7JAE7NG9-11788?func=full-set-set&amp;set_number=008023&amp;set_entry=000002&amp;format=999\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>Livro f\u00edsico dispon\u00edvel aqui.<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505940805965-7e827a6d-e334&#8243; title=&#8221;Teses e TCCs&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">Teses e TCCs<\/h2>\n<div class=\"box generalbox center clearfix\">\n<div class=\"no-overflow\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>T\u00edtulo:<\/b>\u00a0Uma Vis\u00e3o do Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro Relativa ao Controle Tecnol\u00f3gico e \u00e0 Qualidade das Obras de Pavimenta\u00e7\u00e3o Asf\u00e1ltica com CBUQ nos Munic\u00edpios do Estado do Rio de Janeiro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autores:<\/b>\u00a0Ant\u00f4nio Pereira Maia Filho, Luiz Claudio Damasceno e Robson Correia de Morais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02008<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Institui\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Pontif\u00edcia Universidade cat\u00f3lica do Rio de Janeiro \u2013 PUC RIO<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Resumo:<\/b>\u00a0As obras p\u00fablicas municipais de pavimenta\u00e7\u00e3o com CBUQ, dentre outras caracter\u00edsticas, devem apresentar boa qualidade e serem dur\u00e1veis, visto os recursos financeiros aplicados e a seguran\u00e7a dos usu\u00e1rios desta obras. Este trabalho visou \u00e0 an\u00e1lise do controle tecnol\u00f3gico e da qualidade das referidas obras. A Monografia ora apresentada \u00e9, essencialmente, resultado de uma pesquisa, tendo como principal fonte de dados os relat\u00f3rios de inspe\u00e7\u00f5es realizadas pelos engenheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) que trabalham na \u00e1rea municipal. A pesquisa revelou que existe rela\u00e7\u00e3o entre a realiza\u00e7\u00e3o do controle tecnol\u00f3gico e a qualidade das obras realizadas. Constatou que o percentual de obras com baixa qualidade \u00e9 elevado. Um paradoxo foi detectado, o percentual de realiza\u00e7\u00e3o do controle tecnol\u00f3gico est\u00e1 aumentando, entretanto, a qualidade das obras est\u00e1 diminuindo. Este trabalho concluiu com recomenda\u00e7\u00f5es para que sejam realizados mais estudos sobre o controle tecnol\u00f3gico e a qualidade de obras dessa natureza, que o TCE-RJ reformule determinados procedimentos de inspe\u00e7\u00f5es e, ainda, que os munic\u00edpios adotem procedimentos visando melhorar a qualidade das obras p\u00fablicas de pavimenta\u00e7\u00e3o com CBUQ<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:\u00a0<\/b>O principal objetivo da leitura, notadamente os cap\u00edtulos 2 e 3, \u00e9 compreender o conceito de qualidade, a metodologia e os crit\u00e9rios utilizados na an\u00e1lise de qualidade de pavimenta\u00e7\u00e3o de obras rodovi\u00e1rias, os ensaios realizados e os procedimentos de an\u00e1lise.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acessar <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/01-Monografia-Antonio-Luiz-Robson.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>T\u00edtulo:<\/b>\u00a0Estudo de deforma\u00e7\u00e3o permanente em trilha de roda de misturas asf\u00e1lticas em pista e em laborat\u00f3rio<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor:<\/b>\u00a0Edson de Moura<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02010<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Institui\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Escola Polit\u00e9cnica &#8211; USP<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Resumo:<\/b>\u00a0Dentre os diversos tipos de defeitos estruturais a que um pavimento est\u00e1 sujeito, a deforma\u00e7\u00e3o permanente em trilha de roda da camada de rolamento \u00e9 um dos mais importantes, pois al\u00e9m de propiciar uma degrada\u00e7\u00e3o acelerada da estrutura do pavimento, ele reduz consideravelmente a seguran\u00e7a do usu\u00e1rio. Este trabalho pesquisa os processos que levam \u00e0 deforma\u00e7\u00e3o permanente de revestimentos asf\u00e1lticos, utilizando como estudo de caso uma pista-teste localizada na Rodovia BR 376 PR, constru\u00edda com a finalidade principal de estudar os afundamentos em trilha de roda. Foram executados 10 trechos, com 200 m de extens\u00e3o cada um, em aclive, na 3\u00aa faixa de rolamento, sujeita a tr\u00e1fego pesado de caminh\u00f5es lentos. Os trechos experimentais consistem de restaura\u00e7\u00e3o de pista existente, onde foram executados diferentes tipos de revestimentos asf\u00e1lticos, variando-se o tipo de gradua\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m o tipo de ligante asf\u00e1ltico, todas dosadas pelo m\u00e9todo Marshall. Tr\u00eas dos dez trechos foram submetidos ao ensaio acelerado por um simulador de tr\u00e1fego m\u00f3vel de pista, em escala real. As misturas asf\u00e1lticas foram igualmente ensaiadas em laborat\u00f3rio para verifica\u00e7\u00e3o da dosagem por equipamento girat\u00f3rio franc\u00eas e por simulador de tr\u00e1fego tipo LPC. Al\u00e9m disso, foram extra\u00eddas placas do revestimento asf\u00e1ltico da pista-teste as quais foram submetidas ao simulador de tr\u00e1fego de laborat\u00f3rio. O objetivo central desta pesquisa foi de estudar a consist\u00eancia dos resultados obtidos em campo e em laborat\u00f3rio, e a previsibilidade de deforma\u00e7\u00f5es em campo atrav\u00e9s do m\u00e9todo laboratorial. A pesquisa verificou e analisou a redu\u00e7\u00e3o do volume de vazios das misturas asf\u00e1lticas em pista e em laborat\u00f3rio associadas \u00e0 deforma\u00e7\u00e3o permanente, procurando relacionar a redu\u00e7\u00e3o do volume de vazios com a deforma\u00e7\u00e3o. A pesquisa mostrou que os ensaios de laborat\u00f3rio com o simulador de tr\u00e1fego LPC podem ser empregados para prever as ocorr\u00eancias de afundamentos em pista. Os resultados indicam a ado\u00e7\u00e3o do limite m\u00e1ximo de 5% de deforma\u00e7\u00e3o permanente no equipamento de laborat\u00f3rio para os tipos de misturas asf\u00e1lticas testadas para reduzir as poss\u00edveis ocorr\u00eancias de deforma\u00e7\u00f5es permanentes de revestimentos asf\u00e1lticos sujeitos a tr\u00e1fego muito pesado. Nas condi\u00e7\u00f5es dos ensaios laboratoriais da pesquisa, que se aplicam \u00e0 pista-teste, as misturas asf\u00e1lticas mais recomendadas quanto \u00e0 resist\u00eancia \u00e0 deforma\u00e7\u00e3o permanente s\u00e3o as misturas com asfalto modificado por pol\u00edmero SBS e RET, e as misturas com asfalto-borracha. Dependendo das caracter\u00edsticas do ligante, o CAP 30\/45 tamb\u00e9m pode ser empregado; no entanto, o CAP 50\/70 mostrou-se inadequado para tr\u00e1fego pesado e lento. A gradua\u00e7\u00e3o \u00e9 uma caracter\u00edstica relevante para a estabilidade das misturas asf\u00e1lticas, devendo os agregados estarem bem entrosados no caso das gradua\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas e bem-graduadas; no entanto a macrotextura resultante deve ser estudada para evitar superf\u00edcies fechadas que reduzam a seguran\u00e7a dos usu\u00e1rios em pistas molhadas. Foram estudadas duas misturas descont\u00ednuas gap-graded que se mostraram adequadas para tr\u00e1fego pesado quanto \u00e0 deforma\u00e7\u00e3o permanente e \u00e0 textura superficial. A pesquisa mostra a import\u00e2ncia da sele\u00e7\u00e3o criteriosa dos materiais e rigor nos estudos de dosagem, com determina\u00e7\u00e3o de propriedades mec\u00e2nicas para melhor prever comportamento em campo de revestimentos asf\u00e1lticos sujeitos a tr\u00e1fego pesado e lento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:\u00a0<\/b>O principal objetivo da leitura \u00e9 compreender a influ\u00eancia do tipo de tr\u00e1fego, do ligante e da composi\u00e7\u00e3o granulom\u00e9trica dos agregados, na qualidade do pavimento, no aspecto relacionado \u00e0 deforma\u00e7\u00e3o permanente em trilha de roda da camada de rolamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acesse <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/02-Tese_Estd_Deform_Permant_Trilh_Rodas.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>T\u00edtulo:<\/b>\u00a0Compara\u00e7\u00e3o do comportamento em campo de concretos asf\u00e1lticos com CAP 30-45 e com CAP 50-70 para revestimentos de pavimentos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Autor:<\/b>\u00a0M\u00f4nica Grassi Nogueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02008<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Institui\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Escola Polit\u00e9cnica &#8211; USP<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Resumo:<\/b>\u00a0No Brasil \u00e9 crescente o n\u00famero de ve\u00edculos pesados que transitam pelas rodovias do pa\u00eds. Este fato, somado com as altas temperaturas atuantes, tem causado a ocorr\u00eancia de defeitos precoces nas camadas de revestimento dos pavimentos asf\u00e1lticos. Em fun\u00e7\u00e3o disso t\u00eam sido estudadas alternativas \u00e0s misturas asf\u00e1lticas usinadas a quente convencionalmente empregadas como revestimentos de pavimentos em rodovias com alto volume de tr\u00e1fego. Uma das alternativas que v\u00eam sendo estudadas \u00e9 a substitui\u00e7\u00e3o do CAP 50-70, ligante asf\u00e1ltico mais utilizado no pa\u00eds, por CAP 30-45, devido \u00e0 maior consist\u00eancia e viscosidade deste \u00faltimo. Este trabalho compara o comportamento mec\u00e2nico de misturas asf\u00e1lticas usinadas com estes dois diferentes ligantes, para fins de utiliza\u00e7\u00e3o em vias de tr\u00e1fego pesado, e, al\u00e9m disso, analisa as diferen\u00e7as de desempenho entre misturas projetadas por duas metodologias de dosagem de misturas asf\u00e1lticas distintas, Marshall e Superpave. Para esta compara\u00e7\u00e3o foram analisados os resultados de um estudo de caso realizado na Rodovia Presidente Dutra, onde foram constru\u00eddos tr\u00eas trechos experimentais com diferentes materiais no revestimento: concreto asf\u00e1ltico usinado com CAP 50-70 e dosado pelo m\u00e9todo Marshall, a mesma mistura dosada pelo m\u00e9todo Superpave, e concreto asf\u00e1ltico com 30-45 dosado pelo m\u00e9todo Marshall. Estes tr\u00eas trechos foram submetidos ao ensaio de simula\u00e7\u00e3o de tr\u00e1fego em verdadeira grandeza pelo equipamento HVS. Foram analisados resultados de pesquisa desenvolvida em laborat\u00f3rio e em campo visando a determina\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios e limita\u00e7\u00f5es de cada alternativa empregada. Os resultados das an\u00e1lises mostraram que, para as condi\u00e7\u00f5es estudadas, o concreto asf\u00e1ltico com CAP 50-70 Superpave apresentou um baixo teor de ligante em sua composi\u00e7\u00e3o, o que acabou causando problemas em seu comportamento como reflex\u00e3o de trincas existentes na camada subjacente, maior trilha de rodas em compara\u00e7\u00e3o aos outros dois, embora ainda em valor compat\u00edvel ao limite aceit\u00e1vel. O concreto asf\u00e1ltico com CAP 50-70 Marshall apresentou um desempenho satisfat\u00f3rio, mas j\u00e1 mostrava ocorr\u00eancia de alguns defeitos ao final do ensaio como trincamentos e in\u00edcio de trilha de rodas. O concreto asf\u00e1ltico com CAP 30-45 Marshall apresentou um bom comportamento em campo, com a menor trilha de rodas medida e sem trincamento aparente, sendo recomendada sua utiliza\u00e7\u00e3o em rodovias com tr\u00e1fego pesado, em condi\u00e7\u00f5es similares \u00e0 estudada, onde as deflex\u00f5es s\u00e3o muito baixas devido \u00e0 presen\u00e7a de base cimentada. O simulador de tr\u00e1fego em verdadeira grandeza mostrou-se uma ferramenta eficiente na previs\u00e3o de comportamento e desempenho de estruturas de pavimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da Leitura:\u00a0<\/b>O principal objetivo da leitura \u00e9 apreender sobre a influ\u00eancia da utiliza\u00e7\u00e3o do ligante asf\u00e1ltico e do m\u00e9todo de dosagem no comportamento mec\u00e2nico da mistura asf\u00e1ltica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acesse <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/03-Dissertacao_Comparacao_do_Comprt_em_Campo.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para pesquisar mais sobre trabalhos de disserta\u00e7\u00e3o acesse aqui.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505940827981-5bf21029-6d45&#8243; title=&#8221;V\u00eddeos&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">V\u00eddeos<\/h2>\n<div class=\"box generalbox center clearfix\">\n<div class=\"no-overflow\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>CONCRETO BETUMINOSO USINADO A QUENTE &#8211; CBUQ<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acesse o v\u00eddeo\u00a0<a href=\"https:\/\/youtu.be\/c4QsajjWAl0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b><strong>aqui<\/strong><\/b><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02015<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Sinopse:<\/b>\u00a0servi\u00e7o de recapeamento asf\u00e1ltico utilizando camada de CBUQ, programa Asfalto Novo do Governo do Distrito Federal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>An\u00e1lise do v\u00eddeo:\u00a0<\/b>m\u00e9todo em que se aplica, sobre uma base adequadamente preparada, uma camada de concreto betuminoso usinado a quente \u2013 CBUQ.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO &#8211; TSD<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acesse o v\u00eddeo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=sDkvPdWIoRU&amp;feature=youtu.be\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b><strong>aqui<\/strong><\/b><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02014<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Sinopse:<\/b>\u00a0execu\u00e7\u00e3o de pavimento com a utiliza\u00e7\u00e3o de tratamento superficial duplo (TSD)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>An\u00e1lise do v\u00eddeo:\u00a0<\/b>m\u00e9todo em que se aplica, sobre uma base adequadamente preparada, uma camada de ligante e em seguida o agregado (no tratamento superficial duplo, o ligante e o agregado s\u00e3o aplicados duas vezes, sendo que na segunda aplica\u00e7\u00e3o, usa-se agregado com menor di\u00e2metro)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>SERVI\u00c7OS DE TAPA-BURACO<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Servi\u00e7o de tapa-buraco:\u00a0<b>execu\u00e7\u00e3o correta<\/b><\/p>\n<p>Acesse o v\u00eddeos <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=mLbmSZKkp3A\">aqui<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:\u00a0<\/b>2011 \u2013 Erfurt (Alemanha)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Sinopse:\u00a0<\/b>opera\u00e7\u00e3o tapa-buraco, executada na cidade de Erfurt, Alemanha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>An\u00e1lise do v\u00eddeo:<\/b>\u00a0observe o cuidado na prepara\u00e7\u00e3o da \u00e1rea a ser reparada, na aplica\u00e7\u00e3o e na compacta\u00e7\u00e3o da massa asf\u00e1ltica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Servi\u00e7o de tapa-buraco:\u00a0<b>execu\u00e7\u00e3o correta<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acesse o v\u00eddeo<a href=\"https:\/\/youtu.be\/HUSjB72UVcl\"><b>\u00a0<\/b><\/a><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=HUSjB72UVcI&amp;feature=youtu.be\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b><strong>aqui<\/strong><\/b><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:\u00a0<\/b>2012 \u2013 Bras\u00edlia, DF<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Sinopse:\u00a0<\/b>opera\u00e7\u00e3o tapa-buraco, executada em Bras\u00edlia, DF.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>An\u00e1lise do v\u00eddeo:<\/b>\u00a0servi\u00e7os sendo executados de acordo com a norma pertinente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Servi\u00e7o de tapa-buraco:\u00a0<b>execu\u00e7\u00e3o incorreta<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acesse o v\u00eddeo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=dV5T1EseO-I&amp;feature=youtu.be\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>aqui<\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:\u00a0<\/b>2015 \u2013 Bras\u00edlia, DF<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Sinopse:\u00a0<\/b>opera\u00e7\u00e3o tapa-buraco, executada em Bras\u00edlia, DF.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>An\u00e1lise do v\u00eddeo:<\/b>\u00a0aus\u00eancia de prepara\u00e7\u00e3o da \u00e1rea a ser reparada, irregularidades na aplica\u00e7\u00e3o do ligante e da massa asf\u00e1ltica, culminando com a medi\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o com superfaturamento em decorr\u00eancia da n\u00e3o ader\u00eancia \u00e0 norma pertinente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505940847858-aeab9c34-c799&#8243; title=&#8221;Legisla\u00e7\u00e3o&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">Legisla\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<div class=\"box generalbox center clearfix\">\n<div class=\"no-overflow\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Lei:<\/b>\u00a0Lei n\u00ba 8.666\/93<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a01993<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Disp\u00f5e sobre normas gerais dobre licita\u00e7\u00f5es e contratos administrativos pertinentes a obras, servi\u00e7os, inclusive de publicidade, compras aliena\u00e7\u00f5es e loca\u00e7\u00f5es no \u00e2mbito dos Poderes da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Pontos de destaque:<\/b>\u00a0As disposi\u00e7\u00f5es relativas a obras e servi\u00e7os (Se\u00e7\u00e3o III, Cap\u00edtulo I), dos servi\u00e7os t\u00e9cnicos profissionais especializados (Se\u00e7\u00e3o IV, Cap\u00edtulo I) e dos contratos (Cap\u00edtulo III).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse<\/b>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/L8666cons.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Normativo:<\/b>\u00a0Decreto Distrital n\u00ba 32.598\/10<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02010<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Disp\u00f5e sobre as Normas de Planejamento, Or\u00e7amento, Finan\u00e7as, Patrim\u00f4nio e Contabilidade do Distrito Federal, e d\u00e1 outras provid\u00eancias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Pontos de destaque:<\/b>\u00a0As disposi\u00e7\u00f5es relativas aos contratos e conv\u00eanios (Cap\u00edtulo VII), do cadastro de respons\u00e1veis por dinheiros, bens ou valores p\u00fablicos (Cap\u00edtulo VIII).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse<\/b>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.fazenda.df.gov.br\/aplicacoes\/legislacao\/legislacao\/TelaSaidaDocumento.cfm?txtNumero=32598&amp;txtAno=2010&amp;txtTipo=6&amp;txtParte=.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505940873714-0817ea84-edc8&#8243; title=&#8221;Manuais e procedimentos&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">Manuais e procedimentos<\/h2>\n<div class=\"box generalbox center clearfix\">\n<div class=\"no-overflow\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Manual:<\/b>\u00a0Manual de Pavimenta\u00e7\u00e3o (Publica\u00e7\u00e3o IPR \u2013 719)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Elaborador:\u00a0<\/b>DNIT<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02006<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Documento de car\u00e1ter orientador no \u00e2mbito da Engenharia Rodovi\u00e1ria, apresenta os tipos de pavimentos e seus materiais constituintes, o projeto de engenharia rodovi\u00e1ria dos pavimentos, as normas de servi\u00e7os, os equipamentos utilizados, as t\u00e9cnicas e os procedimentos utilizados na constru\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria, dentre outros assuntos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer t\u00f3picos variados sobre a pavimenta\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/01-DNIT-719_Manual_Paviment.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Manual:<\/b>\u00a0Manual de Restaura\u00e7\u00e3o de Pavimentos Asf\u00e1lticos (Publica\u00e7\u00e3o IPR \u2013 720)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Elaborador:\u00a0<\/b>DNIT<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02006<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Documento que auxilia o diagn\u00f3stico das patologias dos pavimentos, na compreens\u00e3o dos enfoques de projeto de restaura\u00e7\u00e3o e na ado\u00e7\u00e3o de procedimentos adequados ao controle de qualidade das a\u00e7\u00f5es de manuten\u00e7\u00e3o de pavimentos flex\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os elementos t\u00e9cnicos necess\u00e1rios \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o, quantifica\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise de deteriora\u00e7\u00f5es existentes nos pavimentos asf\u00e1lticos e as principais t\u00e9cnicas de restaura\u00e7\u00f5es poss\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/02-DNIT-720_Manual_Restaur_Pav_Asfalt.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Procedimento:<\/b>\u00a0Roteiro de Auditoria de Obras P\u00fablicas (SEGECEX\/SECOB-1)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Elaborador: <\/b>TCU<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02012<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Abrange os padr\u00f5es de auditoria a serem observados nas fases de planejamento, execu\u00e7\u00e3o e relat\u00f3rio de fiscaliza\u00e7\u00e3o de obras p\u00fablicas. Compreende orienta\u00e7\u00f5es acerca das an\u00e1lises t\u00e9cnicas de projetos, licita\u00e7\u00f5es, or\u00e7amentos, superfaturamento, aditivos contratuais, reajustamento, imputa\u00e7\u00e3o de d\u00e9bitos, responsabiliza\u00e7\u00e3o, entre outros assuntos correlatos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os padr\u00f5es espec\u00edficos de auditoria a serem observados nas fiscaliza\u00e7\u00f5es de obras p\u00fablicas adotadas no TCU, bem como orienta\u00e7\u00f5es gerais sobre os principais temas enfrentados nessas fiscaliza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/03TCU-Rot-Aud-Obr-Pub.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Procedimento:<\/b>\u00a0T\u00e9cnica de Observa\u00e7\u00e3o Direta em Auditoria (SEGECEX\/SEPROG)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Elaborador: <\/b>TCU<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02010<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0O documento que sintetiza as melhores pr\u00e1ticas na aplica\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica de auditoria denominada Observa\u00e7\u00e3o Direta. Este documento est\u00e1 alinhado aos padr\u00f5es adotados pela\u00a0<i>International Organization of Supreme Audit Institutions<\/i>\u00a0\u2013 Intosai e tem refer\u00eancia na literatura especializada, al\u00e9m de agregar a experi\u00eancia do TCU na execu\u00e7\u00e3o de trabalhos anteriores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Auxiliar as equipes de auditoria na utiliza\u00e7\u00e3o da observa\u00e7\u00e3o direta, como t\u00e9cnica de coleta de dados nas fiscaliza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/04-Observacao_direta.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Orienta\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica:<\/b>\u00a0Garantia quinquenal de obras p\u00fablicas &#8211; (OT-IBR 003\/2011)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Elaborador: <\/b>IBRAOP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">(Conquanto estejam atualmente em fase de consulta p\u00fablica, os procedimentos IBRAOP servem de orienta\u00e7\u00f5es quando das an\u00e1lises de obras rodovi\u00e1rias)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02011<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Estabelece par\u00e2metros para as avalia\u00e7\u00f5es de qualidade das obras p\u00fablicas, durante o seu per\u00edodo de garantia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os procedimentos para a avalia\u00e7\u00e3o de qualidade de obras p\u00fablicas e as a\u00e7\u00f5es a serem desenvolvidas, junto a gestores, empreiteiros e demais intervenientes, no sentido de corrigir os defeitos ou reparar o dano causado ao er\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/05-OT-IBR-003-2011-Garantia-quinquenal.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<br \/>\n<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Procedimento:<\/b>\u00a0Recomenda\u00e7\u00f5es Iniciais para Inspe\u00e7\u00e3o\u00a0<i>in loco<\/i>\u00a0&#8211; (PROC-IBR-GER 021\/2016)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Elaborador: <\/b>IBRAOP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02016<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Disp\u00f5e sobre as condutas e procedimentos a serem realizados quando das inspe\u00e7\u00f5es in loco a fim de proporcionar maior efic\u00e1cia \u00e0s auditorias realizadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os procedimentos gerais a serem observados pela equipe de fiscaliza\u00e7\u00e3o e que ir\u00e3o contribuir para a racionaliza\u00e7\u00e3o dos trabalhos e a obten\u00e7\u00e3o dos dados e observa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rios \u00e0s an\u00e1lises.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/06-PROC-IBR-GER-021-2016-Recomenda\u00e7oes-Inspe\u00e7\u00e3o-In-Loco.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Procedimento:<\/b>\u00a0Extra\u00e7\u00e3o de Amostras de Concreto Asf\u00e1ltico para Fins de Auditoria (PROC-IBR-ROD 101\/2016)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Elaborador: <\/b>IBRAOP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02016<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Disp\u00f5e sobre a extra\u00e7\u00e3o de corpos de prova para a forma\u00e7\u00e3o de amostra representativa do concreto asf\u00e1ltico executado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os equipamentos e instrumentos utilizados bem como os procedimentos a serem observados para a extra\u00e7\u00e3o de corpos de prova, e os poss\u00edveis achados de auditoria decorrentes do procedimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/07-APROVADO-PROC-IBR-ROD-101-2016-Extra\u00e7\u00e3o-de-amostras.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Procedimento:<\/b>\u00a0An\u00e1lise das Densidades Aparentes de Camadas de Concretos Asf\u00e1lticos para Fins de Auditoria &#8211; (PROC-IBR-ROD 103\/2016)<\/p>\n<p><b>Elaborador: <\/b>IBRAOP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02016<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Disp\u00f5e sobre o c\u00e1lculo das densidades aparentes executadas dos concretos asf\u00e1lticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os m\u00e9todos e os equipamentos\/instrumentos utilizados nos ensaios de determina\u00e7\u00e3o das densidades aparentes dos concretos asf\u00e1lticos, bem como os poss\u00edveis achados de auditoria decorrentes das an\u00e1lises efetuadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/08-APROVADO-PROC-IBR-ROD-103-2016-Calcular-as-densidades-aparentes.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Procedimento:<\/b>\u00a0An\u00e1lise do Teor de Ligante de Camadas de Concretos Asf\u00e1lticos para Fins de Auditoria &#8211; (PROC-IBR-ROD 105\/2016)<\/p>\n<p><b>Elaborador: <\/b>IBRAOP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02016<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Disp\u00f5e sobre o c\u00e1lculo do teor de ligante nos corpos de prova extra\u00eddos do concreto asf\u00e1ltico executado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os m\u00e9todos e os equipamentos\/instrumentos utilizados nos ensaios de determina\u00e7\u00e3o do teor de ligante utilizado na confec\u00e7\u00e3o do da camada asf\u00e1ltica do pavimento, bem como os poss\u00edveis achados de auditoria decorrentes das an\u00e1lises efetuadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/09-APROVADO-PROC-IBR-ROD-105-2016-Ligante-asf\u00e1ltico-CAP.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Procedimento:<\/b>\u00a0An\u00e1lise da Granulometria de Camadas de Concretos Asf\u00e1lticos para Fins de Auditoria &#8211; (PROC-IBR-ROD 106\/2016)<\/p>\n<p><b>Elaborador: <\/b>IBRAOP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02016<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Disp\u00f5e sobre a determina\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o granulom\u00e9trica do concreto asf\u00e1ltico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os m\u00e9todos e os equipamentos\/instrumentos utilizados nos ensaios de determina\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o granulom\u00e9trica do concreto asf\u00e1ltico, bem como os poss\u00edveis achados de auditoria decorrentes das an\u00e1lises efetuadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/10-APROVADO-PROC-IBR-ROD-106-2016-Granulometria.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505940901031-20d5e8f2-30c9&#8243; title=&#8221;Especifica\u00e7\u00f5es de servi\u00e7o&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">Especifica\u00e7\u00f5es de servi\u00e7o<\/h2>\n<div class=\"box generalbox center clearfix\">\n<div class=\"no-overflow\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Especifica\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o:<\/b>\u00a0DNER-ES 391\/99 &#8211; Pavimenta\u00e7\u00e3o \u2013 tratamento superficial simples com asfalto pol\u00edmero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a01999<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Define a sistem\u00e1tica empregada na execu\u00e7\u00e3o de revestimento do pavimento empregando aplica\u00e7\u00f5es sucessivas de ligante asf\u00e1ltico modificado por pol\u00edmero e de agregado e estabelece tamb\u00e9m os requisitos concernentes a material, equipamento, execu\u00e7\u00e3o e controle de qualidade dos materiais e da execu\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos crit\u00e9rios para aceita\u00e7\u00e3o, rejei\u00e7\u00e3o e medi\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer a sistem\u00e1tica empregada na execu\u00e7\u00e3o de revestimentos asf\u00e1lticos, do tipo tratamento superficial simples com asfalto pol\u00edmero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse<\/b>\u00a0<a href=\"http:\/\/ipr.dnit.gov.br\/normas-e-manuais\/normas\/especificacao-de-servicos-es\/dner-es391-99.pdf\"><b>aqui<\/b><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Especifica\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o:<\/b>\u00a0DNER-ES 392\/99 &#8211; Pavimenta\u00e7\u00e3o \u2013 tratamento superficial duplo com asfalto pol\u00edmero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a01999<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Define a sistem\u00e1tica empregada na execu\u00e7\u00e3o de revestimento do pavimento empregando aplica\u00e7\u00f5es sucessivas de ligante asf\u00e1ltico modificado por pol\u00edmero e de agregado e estabelece tamb\u00e9m os requisitos concernentes a material, equipamento, execu\u00e7\u00e3o e controle de qualidade dos materiais e da execu\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos crit\u00e9rios para aceita\u00e7\u00e3o, rejei\u00e7\u00e3o e medi\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer a sistem\u00e1tica empregada na execu\u00e7\u00e3o de revestimentos asf\u00e1lticos, do tipo tratamento superficial duplo com asfalto pol\u00edmero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse<\/b>\u00a0<a href=\"http:\/\/ipr.dnit.gov.br\/normas-e-manuais\/normas\/especificacao-de-servicos-es\/dner-es392-99.pdf\"><b>aqui<\/b><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Especifica\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o:<\/b>\u00a0DNER-ES 393\/99 &#8211; Pavimenta\u00e7\u00e3o \u2013 tratamento superficial triplo com asfalto pol\u00edmero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a01999<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Define a sistem\u00e1tica empregada na execu\u00e7\u00e3o de revestimento do pavimento empregando aplica\u00e7\u00f5es sucessivas de ligante asf\u00e1ltico modificado por pol\u00edmero e de agregado e estabelece tamb\u00e9m os requisitos concernentes a material, equipamento, execu\u00e7\u00e3o e controle de qualidade dos materiais e da execu\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos crit\u00e9rios para aceita\u00e7\u00e3o, rejei\u00e7\u00e3o e medi\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer a sistem\u00e1tica empregada na execu\u00e7\u00e3o de revestimentos asf\u00e1lticos, do tipo tratamento superficial triplo com asfalto pol\u00edmero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse<\/b>\u00a0<a href=\"http:\/\/ipr.dnit.gov.br\/normas-e-manuais\/normas\/especificacao-de-servicos-es\/dner-es393-99.pdf\"><b>aqui<\/b><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Especifica\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o:<\/b>\u00a0DNIT 031\/2006 &#8211; ES \u2013 Pavimentos flex\u00edveis \u2013 concreto asf\u00e1ltico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02006<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Define a sistem\u00e1tica ser empregada na execu\u00e7\u00e3o de camada do pavimento flex\u00edvel de estradas de rodagem, pela confec\u00e7\u00e3o de mistura asf\u00e1ltica a quente em usina apropriada utilizando ligante asf\u00e1ltico, agregados e material de enchimento (filler). Estabelece os requisitos concernentes aos materiais, equipamentos, execu\u00e7\u00e3o e controle de qualidade dos materiais empregados, al\u00e9m das condi\u00e7\u00f5es de conformidade e n\u00e3o-conformidade e de medi\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer a sistem\u00e1tica empregada na execu\u00e7\u00e3o de camada de pavimento flex\u00edvel de estradas de rodagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse<\/b>\u00a0<a href=\"http:\/\/ipr.dnit.gov.br\/normas-e-manuais\/normas\/especificacao-de-servicos-es\/dnit031_2006_es.pdf\"><b>aqui<\/b><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Especifica\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o:<\/b>\u00a0DNIT 032\/2005 &#8211; ES \u2013 Pavimentos flex\u00edveis \u2013 Areia-Asfalto a quente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02005<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Define a sistem\u00e1tica ser empregada na execu\u00e7\u00e3o de camada do pavimento por meio da confec\u00e7\u00e3o de mistura a quente em usina apropriada utilizando cimento asf\u00e1ltico, areia e material de enchimento (filler). Estabelece os requisitos concernentes a materiais, equipamentos, execu\u00e7\u00e3o e controle de qualidade dos materiais empregados, al\u00e9m dos crit\u00e9rios para aceita\u00e7\u00e3o e rejei\u00e7\u00e3o e medi\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer a sistem\u00e1tica a ser empregada na fabrica\u00e7\u00e3o de misturas asf\u00e1lticas do tipo Areia-Asf\u00e1lto a quente para a constru\u00e7\u00e3o de camadas do pavimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse<\/b>\u00a0<a href=\"http:\/\/ipr.dnit.gov.br\/normas-e-manuais\/normas\/especificacao-de-servicos-es\/dnit032_2005_es.pdf\"><b>aqui<\/b><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Especifica\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o:<\/b>\u00a0DNIT 033\/2005 &#8211; ES \u2013 Pavimentos flex\u00edveis \u2013 Concreto asf\u00e1ltico reciclado a quente na usina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02005<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Define a sistem\u00e1tica ser empregada na execu\u00e7\u00e3o de camada do pavimento por meio da confec\u00e7\u00e3o de mistura asf\u00e1ltica reciclada a quente na usina utilizando cimento asf\u00e1ltico, material de revestimento asf\u00e1ltico removido de pavimento existente, agregados minerais e material de enchimento (filler). Estabelece os requisitos concernentes a material, equipamento, execu\u00e7\u00e3o e controle de qualidade dos materiais empregados, al\u00e9m de conformidade, n\u00e3o-conformidade e medi\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os procedimentos a serem empregados no processo da reciclagem a quente na usina, de materiais de revestimento asf\u00e1ltico dos pavimentos degradados, sua reutiliza\u00e7\u00e3o objetivando reconstituir as caracter\u00edsticas mec\u00e2nicas originais ou melhor\u00e1-las.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse<\/b>\u00a0<a href=\"http:\/\/ipr.dnit.gov.br\/normas-e-manuais\/normas\/especificacao-de-servicos-es\/dnit033_2005_es.pdf\"><b>aqui<\/b><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Especifica\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o:<\/b>\u00a0DNIT 154\/2010 &#8211; ES \u2013 Pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica \u2013 Recupera\u00e7\u00e3o de defeitos em pavimentos asf\u00e1lticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ano:<\/b>\u00a02010<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Define a sistem\u00e1tica empregada na recupera\u00e7\u00e3o de defeitos do pavimento de rodovias em \u00e1reas restritas, abrangendo os remendos superficiais e profundos, trincas, al\u00e9m de outros tipos de ocorr\u00eancias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer os procedimentos para os reparos do pavimento em locais restritos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse<\/b>\u00a0<b><a href=\"http:\/\/ipr.dnit.gov.br\/normas-e-manuais\/normas\/especificacao-de-servicos-es\/dnit154_2010_es.pdf\">aqui<\/a>.<\/b><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section tab_id=&#8221;1505940924982-2badeadf-de2f&#8221; title=&#8221;Relat\u00f3rios e publica\u00e7\u00f5es&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">Relat\u00f3rios e publica\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<div class=\"box generalbox center clearfix\">\n<div class=\"no-overflow\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Relat\u00f3rio:<\/b>\u00a0TCDF: Informa\u00e7\u00e3o n\u00ba 05\/2017 \u2013 NFO (Asfalto Novo)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Data:<\/b>\u00a023 de mar\u00e7o de 2017<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Concorr\u00eancia n \u00ba 02\/2013, para a contrata\u00e7\u00e3o de empresa de engenharia especializada para reabilita\u00e7\u00e3o de vias urbanas com execu\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os (fresagem, recapeamento asf\u00e1ltico, microrevestimento, meios-fios, drenagem e sinaliza\u00e7\u00e3o horizontal) em vias e logradouros p\u00fablicos na cidade de Bras\u00edlia \u2013 DF. Contratos firmados. Inspe\u00e7\u00e3o. Relat\u00f3rio Final. Preju\u00edzo ao er\u00e1rio. Por determina\u00e7\u00f5es. Tomadas de Contas Especial. Cita\u00e7\u00e3o. Audi\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer o resultado pr\u00e1tico da avalia\u00e7\u00e3o de qualidade de pavimento asf\u00e1ltico em auditoria realizada pelo TCDF, os ensaios executados, as an\u00e1lises efetuadas, etc. Recomenda-se a leitura do item \u201c2.2 Achado 2 \u2013 Baixa qualidade do pavimento asf\u00e1ltico executado\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/01-TCDF-Asfalto-Novo_Etapa-1-item-2.2.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Relat\u00f3rio:<\/b>\u00a0TCU: Auditoria de Qualidade das Obras Rodovi\u00e1rias Federais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Data:<\/b>\u00a02004<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Esta publica\u00e7\u00e3o consolida os resultados obtidos nas \u00faltimas fiscaliza\u00e7\u00f5es feitas pelo TCU no aspecto qualitativo de obras rodovi\u00e1rias federais, al\u00e9m de demonstrar diversos problemas percebidos na execu\u00e7\u00e3o deste tipo de empreendimento. O trabalho traz ainda sugest\u00f5es ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes \u2013 DNIT, para o aprimoramento e manuten\u00e7\u00e3o das obras rodovi\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer o resultado da avalia\u00e7\u00e3o de qualidade do pavimento asf\u00e1ltico em auditoria realizada pelo TCU, as causas identificadas da baixa qualidade das rodovias federais, as medidas recomendadas pelo \u00f3rg\u00e3o de controle, bem como a defini\u00e7\u00e3o das responsabilidades dos atores envolvidos (projetistas, supervisoras, construtoras e administradores p\u00fablicos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/02-TCU-Relat-Audit-de-Quald-Rod-Fed-2004.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0ABEDA: Diretrizes para Execu\u00e7\u00e3o e Controle da Qualidade de Misturas Asf\u00e1lticas a Quente<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Data:<\/b>\u00a02013<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Ementa:<\/b>\u00a0Esta publica\u00e7\u00e3o traz orienta\u00e7\u00f5es para a execu\u00e7\u00e3o e o controle de qualidade de misturas asf\u00e1lticas a quente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Objetivo da leitura:<\/b>\u00a0Conhecer as boas pr\u00e1ticas para a execu\u00e7\u00e3o das misturas asf\u00e1lticas a quente, as principais falhas construtivas, seus efeitos e preven\u00e7\u00e3o e os procedimentos de controle de qualidade e de aceita\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de produ\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o das misturas asf\u00e1lticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Acesse\u00a0<\/b> <a href=\"https:\/\/unidades.tc.df.gov.br\/trilhas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/09\/03-ABEDA-Diretrizes_Exec_ContrQuald_Mist_Asf.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Teste seu conhecimento&#8221; tab_id=&#8221;1507059289647-88a726b1-3b53&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Teste o seu conhecimento<\/h3>\n<h4><\/h4>\n<p>[WpProQuiz 11]<\/p>\n<h4><\/h4>\n<p>[WpProQuiz 12]<\/p>\n<h4><\/h4>\n<p>[WpProQuiz 13]<\/p>\n<h4><\/h4>\n<p>[WpProQuiz 14]<\/p>\n<h4><\/h4>\n<p>[WpProQuiz 15][\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_tabs][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;][vc_custom_heading text=&#8221;OBJETIVO&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23607d8b&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text] Ao final da 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